Para migrar de sistema de transporte escolar sem perder dados, exporte alunos, rotas e veículos do sistema atual, importe tudo no novo com uma migração assistida e rode os dois em paralelo por um curto período antes de desligar o antigo. Feita assim, a troca acontece sem parar a operação nem perder o histórico.
O medo de migrar é o que mais prende escola a um sistema ruim. "E se eu perder as rotas?" "E se a família ficar sem aviso no dia da virada?" São receios legítimos — e todos têm resposta. A migração bem conduzida é rotina, não aventura.
Por que a escola trava na hora de trocar?
Porque a rota e o histórico de embarque parecem impossíveis de reconstruir. Anos de ajuste fino no itinerário, endereços conferidos um a um, veículos cadastrados — tudo isso pesa. O resultado é a escola presa a uma ferramenta que já não serve, só pelo medo da virada.
O que precisa ser migrado?
A migração cobre três blocos de dados. Mapeá-los antes evita surpresa:
- Alunos e responsáveis — nome, endereço, ponto de embarque e autorização.
- Rotas — itinerários, pontos e horários já validados.
- Frota — veículos, documentos e prazos de inspeção.
No DULEZ, os alunos vêm direto do cadastro da secretaria, então metade do trabalho já está feita antes de começar.
Como migrar sem parar a operação?
O segredo é não desligar o velho antes de confiar no novo. O caminho seguro tem quatro etapas:
- Exportar os dados do sistema atual (ou da planilha).
- Importar no novo com apoio da equipe de migração.
- Conferir rotas e listas de passageiros com quem opera.
- Rodar os dois em paralelo por alguns dias e então desligar o antigo.
Como garantir que a família não fique no escuro?
A comunicação é a parte mais sensível da virada. Por isso, o aviso de atraso pela comunicação escola-família deve estar testado antes de desligar o sistema antigo. A família nem percebe a troca por baixo — só nota que os avisos ficaram melhores.
Quanto tempo leva a migração?
Depende do tamanho da frota e da qualidade dos dados atuais, mas não precisa ser longo. Com os alunos já vindos do cadastro e uma migração assistida, a maior parte do esforço é conferência, não digitação. O antigo sai de cena quando a escola confia no novo, não antes.
E se os dados atuais estiverem bagunçados?
A migração é a hora ideal para limpar. Endereços desatualizados e alunos que já saíram entram na conferência e não passam para o novo sistema. A escola migra e organiza no mesmo movimento.
Quer ver como fica a migração das suas rotas para o DULEZ? Agende uma demonstração — a migração é assistida, o setup é incluso e não há fidelidade abusiva.
