Para usar bem o mural digital da escola, publique o que é permanente e comum a todos — calendário, eventos, cardápio, projetos —, organize por categorias, mantenha a frequência sem virar excesso e deixe de fora qualquer dado individual do aluno. Assim o mural vira referência, não ruído.
Reunimos as perguntas que a coordenação mais faz sobre o mural digital. Respostas diretas, sem enrolação.
O que deve ir para o mural?
O que a família consulta e o que é comum a todos:
- Calendário — datas, recessos, eventos.
- Cardápio — o da semana, sempre atualizado.
- Projetos — fotos e novidades pedagógicas.
- Avisos permanentes — horários, regras, contatos.
O que nunca deve ir para o mural?
Qualquer coisa individual. Nota, cobrança, ocorrência e dado pessoal do aluno são reservados. Isso vai no atendimento, respeitando a LGPD (art. 14). O mural é público para a comunidade — trate-o como tal.
Com que frequência publicar?
O suficiente para manter o mural vivo, sem virar enxurrada. Um mural abandonado perde a confiança da família; um mural com post o tempo todo cansa. Constância vale mais que volume.
Como organizar o mural por categorias?
Separe por temas fixos para a família achar rápido: eventos, cardápio, pedagógico, avisos. Categoria clara transforma um amontoado de posts numa fonte de consulta. É o mesmo princípio de separar os canais por função.
O mural substitui o comunicado?
Não. O mural é passivo: a família precisa ir até ele. O aviso urgente continua no comunicado ativo, que vai até o responsável com registro de leitura. Eles se completam.
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