O custo de digitalizar o acervo da biblioteca escolar depende do tamanho da coleção, do tempo de catalogação e do sistema escolhido. Mas a conta certa compara esse valor com o custo de continuar no papel: livros perdidos sem rastro, horas de recadastro e um acervo que ninguém sabe se cumpre a Lei 12.244/2010. Quase sempre o sistema sai mais barato.
O que forma o custo da digitalização?
Antes de perguntar quanto custa, entenda o que você paga:
- Tamanho do acervo — quantos títulos e exemplares serão catalogados.
- Tempo de trabalho — a hora de quem digita a coleção uma vez.
- Etiquetas e código — impressão e aplicação por exemplar.
- O sistema — que ainda usa o cadastro de alunos já existente.
Qual é o custo de ficar no papel?
Esse é o número que a escola esquece. Some os livros que somem sem rastro, as horas gastas procurando um exemplar na estante e o recadastro de leitor a cada ano letivo. Some ainda o risco de não conseguir comprovar o acervo mínimo que a lei pede. Esse custo invisível costuma superar o do sistema.
Como calcular o retorno?
Pense no que a digitalização devolve: exemplar localizado em segundos, empréstimo sem fila e leitor puxado do cadastro acadêmico. Some as horas economizadas e os livros que deixam de se perder. Esse ganho paga a informatização. É a lógica de um acervo escolar bem gerido.
Dá para digitalizar aos poucos?
Sim, e é o caminho recomendado. Comece pelos títulos que mais circulam, aqueles que somem e voltam toda semana. Depois avance por setor. A biblioteca já ganha controle sobre o essencial enquanto o restante entra no ritmo da equipe.
Cuidado com o barato que sai caro
Um sistema genérico de estoque não entende título e exemplar, nem classificação por assunto. Ele obriga adaptações que geram retrabalho. Um sistema pensado para biblioteca escolar economiza justamente onde a coleção é diferente de um almoxarifado.
Quer ver o retorno com o acervo da sua escola? Agende uma demonstração e simule a digitalização na prática.
