Um sistema de circulação do acervo escolar para escolas registra cada movimento do exemplar — entrada, baixa, transferência e manutenção — com data e responsável, e gera o inventário sem mutirão. Ele mantém o número do acervo sempre fiel à realidade e permite comprovar, com o cadastro de alunos, o acervo mínimo da Lei 12.244/2010.
Como era o controle no caderno?
O inventário virava um mutirão anual e frustrante. Duas pessoas conferindo estante contra planilha, discrepância que ninguém explicava e um número de acervo em que ninguém confiava. A baixa era esquecida, e livros perdidos seguiam "existindo" no papel.
Como fica com um sistema?
Cada movimento passa a ser um registro instantâneo. Veja os recursos que importam:
- Registro por tipo — entrada, baixa, transferência e manutenção.
- Responsável em cada movimento — rastreabilidade total.
- Inventário assistido — conferência com itens contados e discrepâncias.
- Motivo da baixa — perdido, danificado, desatualizado.
- Histórico do exemplar — toda a vida do livro num só lugar.
Por que o inventário assistido muda tudo?
Porque troca a caça manual por um roteiro. O sistema aponta o que deveria estar na estante e a equipe confere. As discrepâncias aparecem na hora, não meses depois. O que era mutirão vira rotina rápida, e o número do acervo volta a ser confiável.
Como a circulação ajuda a cumprir a lei?
A Lei 12.244/2010 pede acervo proporcional ao número de alunos. Com a circulação registrada, a escola sabe exatamente quanto tem e cruza com o cadastro de alunos. Comprovar o acervo mínimo deixa de ser estimativa e vira relatório.
E os programas oficiais de livros?
Livros que chegam por programas do governo entram como qualquer aquisição. O sistema registra a origem e integra esse acervo ao restante, mantendo tudo sob a mesma circulação.
Veja a circulação do DULEZ funcionando com o acervo da sua escola — agende uma demonstração.
